Mostrando postagens com marcador 1930-1939. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1930-1939. Mostrar todas as postagens

domingo, janeiro 05, 2014

1930s Rare Donald Duck Cola Cone Top Can US

Donald Duck Tin Can 1930s Rare

Made by General Beverages Inc.- Chatanooga, Tennessee

Donald Duck Tin Can 1930s Rare 4

 

Donald Duck Tin Can 1930s Rare  5

 

Donald Duck Tin Can 1930s Rare 3

quinta-feira, setembro 27, 2012

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

STOP PRESS - 1936 COCA-COLA CANS APEARED!

Until now there was only one bad pic of 32 oz Coca-Cola cone top can form 1936 at Coke Can History. But, thinking she was only taking low interest pic at Design Museum at Pathersol, Belgium. How many people saw these cans and noted nothing is amazing. Thanks to "loic4467" whoever she or he is, for sharing this historical rescue picture. I'm sharing with you at maximum resolution availlable. Clic on pic to open very big size.

At this moment we can't say that Coca-Cola really marketed its product in these cans somewere, or these are really only test market cans. As we know, many times in history, Coca-Cola depolyed strange packs, bottles and cans, locally, in small or medium cittys to test the accpetance and the produtction system for this specific pack. Almost all of them did no entered in the market after test period.


Até agora havia apenas uma imagem muito ruim de uma lata "cone top" de 1936 da Coca-Cola, no site com o link lá em cima. Mas alguém colocou no Flickr esta foto das duas latas que estão no Museu do Design, na Bélgica. Sinceramente, quase ninguém sabia que isso existiu. Era curioso tentar entender por que a Coca-Cola abriu mão de usar a mais moderna tecnologia de embalagem da época, enquanto diversas outras marcas usavam "cone tops".

Fico imaginando quantas pessoas passaram pelo Museu do Design e as estranhas latas da Coca-Cola não lhes disseram nada: como se fosse outra latinha qualquer. Bem, a história está sendo resgatada e aguardamos uma posição oficial da Coca-Cola sobre o uso destas latas.

Neste momento não podemos afirmar que estas latas são apenas latas de teste que nunca entraram no mercado ou se são latas de teste de mercado regional, tendo sido realmente comercializadas em algum lugar por algum tempo até a empresa achar que não ia dar certo.

16 oz, a lata menor, são 450 ml, uma medida enorme para a época e 32 oz são 900 ml, praticamente o litro, numa época, 1936, onde as garrafas de 180 ml ainda reinavam absolutas a 5 centavos. É provável que estas grandes embalagens estivessem muito a frente de seu tempo e deviam ser caras.

sábado, julho 16, 2011

Detail of the Day - 1932 April Boys Life Magazzine

1932-APR-BL-COKE-DET-w

Art by the great Fred Mizen - see signature at to right. The scene is a real directors meeting in on of the bigget American corporations of that time (not specified). Printed in 3 colors (red, green, black - RGK) newspaper paper (very large reticulated).

Arte do grande Fred Mizen – veja assinatura no canto sup dir. A cena é de um encontro real de diretores de uma das maiores corporações americanas daquela época (mas não foi especificada). Impressa a 3 cores (vermelho, verde, preto) em papel jornal com reticula bem grande.

sábado, novembro 27, 2010

Coca-Cola The Miami News - Sep 2, 1930 DET


originally uploaded by roitberg.

Coca-Cola New Building Plant Reading Eagle - Jul 27, 1931


originally uploaded by roitberg.

segunda-feira, maio 24, 2010

segunda-feira, abril 19, 2010

Coca-Cola Segragated Sales Point - for Jews and Negros


























Talking on Coca-Cola during the segregation decades in US there is this picture published by Life Magazzine in 1938 jan, 01. It is not at the South US but at Elkridge, Maryland, some 10 miles from Baltimore.


I really don't know if this is a positive side of segregation or a negative one. Negative because it was obviously the owner, not Coca-Cola, that made the Star of David frame, ie: Coke for blacks and Jews. Ok you can read it the negative way thinking in our 21 first century perspective. But at 1938 this place served Jews and blacks. Is that positive? I don't know.

The second thought is: there were places at the area that not serves Jews to? It's an amazing register from "legal" racism times in US.

Falando sobre as décadas de segregação racial nos EUA existe essa foto publicada pela revista Life em 01-jan-1938. Não é no sul dos EUA mas em Elkridge, Maryland a cerca de 15 km de Baltimore.

Eu realmente não sei se esse é um lado positivo ou negativo da segregação. Negativo porque obviamente o proprietário, não a Coca-Cola fez a armação em foram de Estrela de Davi, ie: Coca-Cola para negros e judeus. Ok, vocês pode ler isto de forma negativa pensando desde nossa perspectiva do século 21. Mas em 1938 esse local servia judeus e negros. Isso era positivo? Eu não sei.

Um segundo pensamento é: havia na região lugares que não serviam judeus também? É um registro impressionante de uma época de racismo "legal" nos EUA.



José Roitberg - jornalista

quarta-feira, março 31, 2010

Coca-Cola Kosher Le Pessach de 1936

Desenho da chapinha de 1936 para conhecimento dos consumidores

Rabino Tobias Geffen
In English after the Portuguese text

É bom quando se consegue juntar duas coisas tão diferentes quanto judaísmo e Coca-Cola. Recentemente a Rua Judaica, do amigo jornalista Osias Wurman publicou uma matéria adaptada do Jerusalem Post que reproduzo em seguida. Infelizmente, como é comum na grande mídia (JPOST) alguns detalhes encontrados em instantes não são procurados. Além da história do rabino Geffen, o mais importante era localizar no tempo o momento da "kasherização" da Coca-Cola. Isso foi em 1935. A foto do rabino Tuvia ou Tobias Geffen também não foi publicada pela JPost, portanto está aqui em cima

Curiosamente é a mesma época em que se acusa a Coca-Cola de, arianizada na Alemanha, continuar mantendo seus negócios com o governo nazi. A Coca-Cola foi a principal viabilizadora econômica da Olimpíada de Berlim de 1936. Todas as fotos em que seus logos e cartazes aparecem durante os jogos estão no arquivo da empresa não disponíveis. Ou seja, temos uma documentação comprovada da dualidade e ambiguidade da política de neutralidade norte-americana daquele período.



Anúncio original canadense de 1936
O anúncio em anexo é do ano seguinte, de 1936, publicado no importante jornal judaico The Canadian Jewish Chronicle, em sua edição pré-Pessach. O anúncio de meia página nos traz alguns dados interessantes. O mais visível são as primeiras chapinhas kosher, item que nem se sabe se existe de posse de algum colecionador. Em seguida temos a supervisão do Conselho Judaico de Montreal e do Conselho dos Rabinos Ortodoxos.

E já se antecipando às elevações com pouco sentido de produtos para Pessach, o anúncio é muito claro e diz que os preços usuais (5 centavos) devem prevalecer.

"Nós, através desta, declaramos que Coca-Cola é uma bebida puramente vegetal, analisada por grandes químicos e é uma bebida permitida para o serviço do Seder. Especialmente engarrafada para Pessach. Cada garrafa é selada com uma chapinha com as palavras Kohser Le Pessach."

É um documento único de minha coleção e este é o momento mais apropriado para sua divulgação.

Atualmente o que diferencia a normal da kosher de Pessach é o uso de açúcar na kosher enquanto a Coca normal usa frutose de milho. As empresas Gefen e Guefen não são relacionadas ao rabino Geffen.

Anúncio da Pepsi de 1941

Os Estados Unidos praticamente deixaram de usar o açúcar de cana para refrigerantes após a Revolução Cubana de 1959. Mas é absolutamente normal para diversas outras marcas, principalmente a Pepsi também produzir seus refrigerantes em edições especiais com açúcar de cana brasileiro para Pessach. A Pepsi iniciou esta prática em 1941

Chag Pessach Sameach

José Roitberg - jornalista

mais sobre a história da publicidade de Coca-Cola em http://cokebr.blogspot.com/ e http://jipemnia.com/coke

(English) It's nice when you can tie so different things like Judaism and Coca-Cola. Recently the Jerusalem Post published an article on 40years of the death of the Rabi that kasherized the Coca-Cola but lacked the most important information, the date. It happened in 1935. This was the same period when the arianized Coca-Cola company in Germany continued the business with the Nazis like so many other American companies. Coca-Cola was the main sponsor of 1936 Berlin Olimpics and all the pics with the mark at streets and stadiums are banned or stucked into Coca-Cola Archive not available to the public.

In some days I will publish a complete and illustrated article on that period. But it's interesting to notice the duality of isolationist politics of US at the 1930's. In Americas Coca Kosher and in Germany sponsoring the regime that openly harassed and prosecuted the Jews.

This is a unique ad, published by
The Canadian Jewish Chronicle on it's pre-Passover edition. Read Carefully. There is a lot of information on it.


Latas de Israel para Pessach de 2017


Na África do Sul também há produção especial




No EUA as garrafas PET de KLP ficaram conhecidas por suas tampinhas amarelas
Em 1970 a Coca-Cola começou a testar as latas de alumínio nos EUA e sua linha especial diet, a TAB foi das primeiras a usar este tipo de embalagem e também com edição especial KLP, pois a TAB como a atual Life tinha açúcar


A Coca-Cola, é claro, também produz seus refrigerantes com
a certificação Halal muçulmana para um público imenso


(publicado em Rua Judaica)
O RABINO E A COCA-COLA KASHER


Uma cerimônia em homenagem aos 40 anos de falecimento do Rabino Tuvia Geffen foi realizada em Israel. Este rabino ortodoxo, que sempre conseguiu encontrar soluções criativas para suas questões, marcou época e deixou seu nome na história do mundo Kasher. Como sabemos, a Coca-Cola, um dos símbolos americanos mais conhecidos do mundo, tem sua fórmula secreta guardada a sete chaves, porém, durante muitos anos, uma das únicas pessoas em todo planeta que sabia sua fórmula, era o Rabino Tuvia Geffen, o homem que transformou a Coca-Cola em um produto Kasher.



R.Geffen nasceu em Kovno, Lituânia, no dia 1 de Agosto de 1870. Estudou na Yeshivá de Kovno e Grodno e se tornou rabino formado pelos seus mestres R.Tzvi Hirsch Rabinowitz de Kovno e R. Danishevsky de Slobodka. Casou-se com Sarah Hene Raninowitz em 1898. Teve 8 filhos e seu casamento durou 63 anos. Em 1903, após o progrom em Kishniev, R.Geffen e sua família foram morar em NY, onde se tornou rabino em Canton, Ohio, e depois de alguns anos, optou em se mudar para Atlanta, onde o clima era mais agradável. Trabalhou na organização Sheerit Israel, até Fevereiro de 1970. Sua filha Helen estava estudando química alimentar na Universidade da Geórgia, quando, como parte de seu projeto, resolveu analisar a composição da Coca-Cola. Encontrou em sua fórmula glicerina de origem animal. Alguns rabinos na época já autorizavam o consumo da Coca-Cola como produto Kasher, muitos devido a regra de 1/60, onde se existe uma parte não kasher para 60 partes kasher, estaria ok o consumo, e outros por não saber da presença da glicerina na fórmula.



Quando o rabino Geffen escutou de sua filha a respeito da glicerina de origem animal ficou muito preocupado, e viu que ali havia um problema, já que a regra de 1/60 somente se aplicaria caso esta parte não kasher se misturasse de forma acidental com as outras 60 partes kasher, mas sendo feito a mistura de forma intencional, todo o produto seria considerado como não kasher. O rabino de imediato entrou em contato com o Sr.Harold Hirsch, um grande empresário e líder comunitário em Atlanta. Harold se encontrou com o Sr. Asa Candler, um dos fundadores e donos da Coca-Cola. Muito antes do mundo se tornar tão globalizado, o sr. Candler já sonhava em ter seu produto vendido em todos os países do mundo. Ao escutar sobre o problema, Mr. Candler disse: Se todo o mundo vai tomar Coca-Cola, não quero que exista um grupo, o grupo dos Judeus que deixem de tomar meu produto, todos devem ter a chance de tomar Coca-Cola".  Sr. Candler chamou seus diretores e disse: "Quero que vocês por gentileza acompanhem o rabino e resolvam este problema o quanto antes".

R.Geffen teve diversas reuniões com executivos e químicos da Coca-Cola, assinou um termo "segredo de Estado" com a empresa e passou a ter acesso a fórmula secreta do produto. Como resultado, Coca-Cola desde então aceitou substituir a glicerina de origem animal por um outro produto Kasher (não de origem animal), e também substituir derivados de milho, para que pudesse existir a opção de Coca-Cola Kasher para Pessach.  Após estas mudanças, a Coca-Cola se tornou oficialmente Kosher.

De uma história como esta podemos ver que quando um judeu decide que quer comer Kasher e assume com orgulho sua opção, os outros, inclusive os não-judeus, não somente respeitarão a decisão, como inclusive darão apoio e ajuda para que a comida Kasher não seja um obstáculo para reuniões de negócios, encontros sociais e festas.

Editado por Fernando Bisker (EUA-Miami) - matéria adaptada do Jerusalem Post - fev.2010

domingo, março 28, 2010

Coca-Cola 1886-1936 Newspaper AD

Just found today at NOV 29, 1936 of  THE MILWAUKEE JOURNAL. One day in one corner, today everywhere.

José Roitberg - journalist


sábado, março 27, 2010

Jean Harlow deixou sua beleza num ad da Coca-Cola

Coca-Cola em 1932. No canto inferior direito, abaixo do nome da atriz (ação pouco convencional da Coca-Cola) há "Howard Huges Star - Estrela de Howard Huges" mostrando bem como o magnata era relamente dono das pessoas...

http://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Harlow in english


(da Wikipedia) Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, 3 de março de 1911 — Los Angeles, 7 de junho de 1937), foi uma atriz norte-americana de cinema, que antecedeu Marilyn Monroe como a primeira atriz loira a explorar seu sex-appeal.

Jean era filha de um bem sucedido dentista e de uma dona-de-casa. Aos 16 anos de idade fugiu de casa para se casar com o jovem empresário Charles McGrew, o casal logo mudou para Los Angeles, onde ela iniciou sua carreira.

Jean começou em Hollywood como figurante até 1929, quando Howard Hughes, que estava refilmando Hell's Angels (1930) em versão falada, encantou-se por ela. Nessa mesma época seu casamento acabou em divórcio. Terminado o filme, Jean fez uma turnê pelo país em divulgação do mesmo. Infelizmente, Hughes não tinha outros projetos para ela e acabou por vender seu contrato a MGM. A partir dai sua carreira decolou.

Em 1932, casou-se com um assistente de Irving Thalberg na MGM, Paul Bern. A relação dos dois era muito conturbada. Ironicamente, a deusa sensual das telas escolheu para marido um homem impotente, sexualmente falando. Ele passou a agredi-la, devido a sua frustração. A situação logo se tornou insuportável. O casal vivia de aparências. Então, certo dia, enquanto Jean estava no estúdio, Bern se matou com uma pistola de calibre 38, encharcado do perfume favorito da esposa, Mitsuko.

Em 1933 casou-se novamente com o cineasta Harold Rosson, acabou divorciando-se oito meses depois.

Estrelou em mais de trinta filmes em uma carreira que durou apenas dez anos, até 1937, durante as filmagens de Saratoga, Harlow ficou doente e faleceu, o filme teve que ser finalizado usando uma dublê filmada sempre a distância.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

1938-NOV-11 THE MONTREAL GAZETTE PAG 14 COCA COLA AD


originally uploaded by roitberg.

1938-NOV-10 READING EAGLE NEUWEILER-S PILSENER BEER AD


originally uploaded by roitberg.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

A mais rara garrafa da Coca-Cola 1920-1930


originally uploaded by roitberg.

Entre 1920 e 1930 a Coca fez estas garrafas parecidas com garrafas de champanhe apenas para consumo em navios trnasatlânticos. Pelo que a empresa afirma, há menos de 12 exemplares conhecidos se tratando da mais rara garrafa do produto.